Rio, cidade do medo e do terror....
O Rio de Janeiro de há muito - e as recentes cenas da invasão de traficantes a maior favela do Rio, Rocinha mostraram mais uma vez - é o epicentro da violência urbana no mundo ocidental, onde uma incomparável guerra urbana, de caráter permanente, numa ambiência de criminalidade atípica, impõe a todos o medo e o terror, ainda que cientistas sociais, voltados para a militância de direitos humanos, vivendo na contramão de direção, num mundo irreal de sonhos e fantasias, insistam em desconhecer e mascarar.
É cristalino constatar o contexto narcoterrorista que envolve o Rio, e há que se reconhecer que a capacidade operativa do aparelho policial do estado, ainda que bravos policiais, mais incompetentes por seus comandos, mesmo ainda heroicamente, derramem o sangue a todo instante na defesa da sociedade, chegou ao seu limite máximo .
A análise de cenário conflagrado pela guerra urbana nos demonstra claramente que de há muito estão esgotados, pelo estado de direito, dando a todos, os instrumentos destinados à preservação permanente e eficaz da ordem pública, observada a impossibilidade diante do poder até então oculto calado. É notorio a incapacidade e incompetencia do estado por carência absoluta de efetivo humano, e armamento adequado pra tal guerra atual a ser usadas mormente pela polícia ostensiva, de preservação da incolumidade (relativa) das pessoas e do patrimônio.
A vdade é que o Rio é, hoje, a Medélin dos anos 90. O que é pior: sem perspectivas, a curto e médios prazos, que se resolva a questão a um patamar de razoabilidade. Um estado com média anual de 5 mil homicídios e roubos em números estratosféricos assusta a cada um dos milhões de cidadãos de bem como eu você.
Na visão de Paulinho Cigano.
O Rio de Janeiro de há muito - e as recentes cenas da invasão de traficantes a maior favela do Rio, Rocinha mostraram mais uma vez - é o epicentro da violência urbana no mundo ocidental, onde uma incomparável guerra urbana, de caráter permanente, numa ambiência de criminalidade atípica, impõe a todos o medo e o terror, ainda que cientistas sociais, voltados para a militância de direitos humanos, vivendo na contramão de direção, num mundo irreal de sonhos e fantasias, insistam em desconhecer e mascarar.
É cristalino constatar o contexto narcoterrorista que envolve o Rio, e há que se reconhecer que a capacidade operativa do aparelho policial do estado, ainda que bravos policiais, mais incompetentes por seus comandos, mesmo ainda heroicamente, derramem o sangue a todo instante na defesa da sociedade, chegou ao seu limite máximo .
A análise de cenário conflagrado pela guerra urbana nos demonstra claramente que de há muito estão esgotados, pelo estado de direito, dando a todos, os instrumentos destinados à preservação permanente e eficaz da ordem pública, observada a impossibilidade diante do poder até então oculto calado. É notorio a incapacidade e incompetencia do estado por carência absoluta de efetivo humano, e armamento adequado pra tal guerra atual a ser usadas mormente pela polícia ostensiva, de preservação da incolumidade (relativa) das pessoas e do patrimônio.
A vdade é que o Rio é, hoje, a Medélin dos anos 90. O que é pior: sem perspectivas, a curto e médios prazos, que se resolva a questão a um patamar de razoabilidade. Um estado com média anual de 5 mil homicídios e roubos em números estratosféricos assusta a cada um dos milhões de cidadãos de bem como eu você.
Na visão de Paulinho Cigano.
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