#meucorporealquerrespeito...
A mudança do padrão de beleza feminino ao longo da história.
Não é difícil ao ver as fotos antigas das nossas mães e avós pensar: “Meu Deus! Mas que cabelo é esse???”! Mas elas juram que “arrasavam” na época e era super tendência. A questão é que o padrão de beleza feminino mudou, aliás, está em constante mudança e nunca mudou tão rápido como agora!
Hoje em dia as dão beleza em contraste com a natureza e obras arquitetônicas do mundo. Hoje as mulheres se arrumam, se preocupam com o corpo, cabelos , mãos e etc. Isso tudo talvez pra dar brilho ao olhar de nós homens.
Mais não dar a nós homens, o direito de tocar ou qualquer ato invasivo sem consentimento.
Podemos até achar o que era maravilhoso ontem, hoje cafona e talvez amanhã seja lindo outra vez.
O interessante é pensarmos no quanto somos reféns de um padrão tão inconstante , mais Belo. DIREITO DE IR E VIR DA MULHER : CHEGA DE FIU FIU OU PIADINHA SEM QUALQUER GRAÇA.
Para aquele que assedia, não é nada demais, afinal, com aquela roupa ela estava pedindo pra ser assediada, um pensamento errado. Aquela mulher que se veste desse ou daquele jeito, pode também ser nossa mãe esposa ou filhas pra o olhar de um outro homem igual, preconceituoso sem noção, um idiota isso sim.
A campanha #meucorprealquerorespeito , irá mapeia e armazena depoimentos num trabalho de luta contra o assédio às mulheres nas ruas.
Nas palavras da própria campanha: nenhuma mulher deveria se sentir insegura ao simplesmente exercer seu direito de ir e vir.
O grande problema da defesa de uma mudança social nesse sentido no país, primeiro ocorre porque grande número de pessoas, entre elas mulheres, ainda não se desconstruíram e acreditam que reclamar de um simples “fiu fiu” é frescura. Entretanto, a questão é bem diferente.
Se uma mulher mexesse com um homem na rua, dizendo essas frases “lisonjeiras”, tais como, gostoso, delícia, se eu te pegasse te fazia todinho e etc., nenhum homem sentiria o perigo de ser estuprado. Nenhum homem gela e dispara o coração ao perceber que está numa rua deserta ou num transporte público com uma mulher o assediando se esfregando atrás dele. Outro fator que ainda é preciso ser trabalhado com afinco na sociedade, no poder público e no poder de polícia, é que o abuso não pode ter qualquer relação com culpa da vítima. A mulher estava de roupa curta, a mulher estava na rua aquela hora da noite, aquela mulher passou em frente aquele grupo de homens”. Adivinha só?! Aquela mulher, e todas indistintamente, deveriam poder andar por onde quisessem, sem sofrer abuso.
Todos homens tem o DEVER de respeitá-las, independente de qualquer variável, seja do horário ou do que elas estão vestindo.
A culpa do assédio é SEMPRE do assediador.
Pensa nisso MULHERES.
#meucorporealquerrespeito
Não é difícil ao ver as fotos antigas das nossas mães e avós pensar: “Meu Deus! Mas que cabelo é esse???”! Mas elas juram que “arrasavam” na época e era super tendência. A questão é que o padrão de beleza feminino mudou, aliás, está em constante mudança e nunca mudou tão rápido como agora!
Hoje em dia as dão beleza em contraste com a natureza e obras arquitetônicas do mundo. Hoje as mulheres se arrumam, se preocupam com o corpo, cabelos , mãos e etc. Isso tudo talvez pra dar brilho ao olhar de nós homens.
Mais não dar a nós homens, o direito de tocar ou qualquer ato invasivo sem consentimento.
Podemos até achar o que era maravilhoso ontem, hoje cafona e talvez amanhã seja lindo outra vez.
O interessante é pensarmos no quanto somos reféns de um padrão tão inconstante , mais Belo. DIREITO DE IR E VIR DA MULHER : CHEGA DE FIU FIU OU PIADINHA SEM QUALQUER GRAÇA.
Para aquele que assedia, não é nada demais, afinal, com aquela roupa ela estava pedindo pra ser assediada, um pensamento errado. Aquela mulher que se veste desse ou daquele jeito, pode também ser nossa mãe esposa ou filhas pra o olhar de um outro homem igual, preconceituoso sem noção, um idiota isso sim.
A campanha #meucorprealquerorespeito , irá mapeia e armazena depoimentos num trabalho de luta contra o assédio às mulheres nas ruas.
Nas palavras da própria campanha: nenhuma mulher deveria se sentir insegura ao simplesmente exercer seu direito de ir e vir.
O grande problema da defesa de uma mudança social nesse sentido no país, primeiro ocorre porque grande número de pessoas, entre elas mulheres, ainda não se desconstruíram e acreditam que reclamar de um simples “fiu fiu” é frescura. Entretanto, a questão é bem diferente.
Se uma mulher mexesse com um homem na rua, dizendo essas frases “lisonjeiras”, tais como, gostoso, delícia, se eu te pegasse te fazia todinho e etc., nenhum homem sentiria o perigo de ser estuprado. Nenhum homem gela e dispara o coração ao perceber que está numa rua deserta ou num transporte público com uma mulher o assediando se esfregando atrás dele. Outro fator que ainda é preciso ser trabalhado com afinco na sociedade, no poder público e no poder de polícia, é que o abuso não pode ter qualquer relação com culpa da vítima. A mulher estava de roupa curta, a mulher estava na rua aquela hora da noite, aquela mulher passou em frente aquele grupo de homens”. Adivinha só?! Aquela mulher, e todas indistintamente, deveriam poder andar por onde quisessem, sem sofrer abuso.
Todos homens tem o DEVER de respeitá-las, independente de qualquer variável, seja do horário ou do que elas estão vestindo.
A culpa do assédio é SEMPRE do assediador.
Pensa nisso MULHERES.
#meucorporealquerrespeito

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