Acessibilidade é precária no Centro e em pontos turísticos na cidade do Rio de Janeiro.
Deficientes visual enfrentão a falta de sinalização tátil nas ruas do Centro do Rio. Cadeirante não tem como usar sozinho as rampas íngreme.
A Praça Mauá, por exemplo, foi recentemente reformada numa área de revitalização da cidade. Mas para uma pessoa com deficiência chegar ao local, ou andar pelas ruas do entorno não é fácil.
Pela região vai passar o VLT e o protótipo apresentado pela prefeitura não previa espaço para os cadeirantes. Quando a roda da cadeira agarra, não tem como ir para frente nem para trás.
Além do trilho que trava a cadeira, ainda tem o paralelepípedo. No final, não tem rampas. Assim é hoje ainda, o que foi o RIO olímpico.
A Praça Mauá, por exemplo, foi recentemente reformada numa área de revitalização da cidade. Mas para uma pessoa com deficiência chegar ao local, ou andar pelas ruas do entorno não é fácil.
Pela região vai passar o VLT e o protótipo apresentado pela prefeitura não previa espaço para os cadeirantes. Quando a roda da cadeira agarra, não tem como ir para frente nem para trás.
Além do trilho que trava a cadeira, ainda tem o paralelepípedo. No final, não tem rampas. Assim é hoje ainda, o que foi o RIO olímpico.
Comentários
Postar um comentário