Rio em estado de briga de cachorro grande.
Três dias após decreto, ministro e Pezão divergem sobre responsável por segurança no RJ. Essa guerra de vaidade pode levar ao fracasso a intervenção no Rio.
Em agenda nesta segunda-feira (19) pela manhã, o governador incompetente, Luiz Fernando Pezão (MDB), negou que a segurança pública do Estado esteja sem comando e disse ser o responsável até que o decreto passe pelo crivo do Congresso.
Poucas horas depois, o ministro da Defesa Raul Jungmann afirmou, em Brasília, que, apesar de o texto ainda não ter sido votado, a área está sob o comando de Temer, e, consequentemente, do interventor, general do Exército Walter Braga Netto, atual líder do CML (Comando Militar do Leste). "Só nós temos administrativamente [publicado o decreto], acredito que seja o interventor que todos aqui conhecem o nome. Portanto, ele é o responsável administrativamente.
Essa vai ser uma briga de cachorro grande.
Em agenda nesta segunda-feira (19) pela manhã, o governador incompetente, Luiz Fernando Pezão (MDB), negou que a segurança pública do Estado esteja sem comando e disse ser o responsável até que o decreto passe pelo crivo do Congresso.
Poucas horas depois, o ministro da Defesa Raul Jungmann afirmou, em Brasília, que, apesar de o texto ainda não ter sido votado, a área está sob o comando de Temer, e, consequentemente, do interventor, general do Exército Walter Braga Netto, atual líder do CML (Comando Militar do Leste). "Só nós temos administrativamente [publicado o decreto], acredito que seja o interventor que todos aqui conhecem o nome. Portanto, ele é o responsável administrativamente.
Essa vai ser uma briga de cachorro grande.



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